As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem
nem o nome lembramos ouvir
São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder
Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade
sexta-feira, 15 de junho de 2007
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2 comentários:
Gosto muito do teu blogue, Dianita! Gosto do amarelo de fundo, alegre e jovial como tu. Faz-me lembrar o Verão e cheira-me a férias... muito embora eu ainda ande enredada na ESA. Gosto das tuas escolhas musicais, diversas e variadas e do poema que aqui postaste. Parabéns! Vou passar por aqui com frequência!
bla bla bla...
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